17 Setembro, 2017

“Somos capazes de gerir o sucesso sem fazer marcha atrás”, diz Rui Moreira

No âmbito da apresentação do manifesto eleitoral de Nuno Ortigão, candidato à União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, Rui Moreira lembrou que há quatro anos foi eleito, principalmente, porque os portuenses viam nele a “garantia da continuidade das boas contas”. Quatro anos volvidos, a cidade cresceu, está cada vez mais interessante e confortável. Uma nova realidade que o candidato independente à Câmara do Porto não teme. “Continuem a confiar em mim, porque nós não vamos fechar a cidade. Nós gostamos do sucesso”.

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Após a apresentação detalhada do programa eleitoral de Nuno Ortigão à União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, Rui Moreira dirigiu-se às mais de 100 pessoas que, às 15 horas em ponto, se deslocaram até à Avenida de Montevideu para ouvir as propostas do Movimento Independente para o território. As primeiras palavras foram dirigidas aos candidatos à União de Freguesias, a quem agradeceu a disponibilidade desinteressada para a “prática política”. E, ao lado de Miguel Pereira Leite, candidato número um à Assembleia Municipal, Rui Moreira fez questão de sublinhar a importância deste órgão para a governabilidade da cidade. A “casa da democracia” que, nos últimos três anos, Miguel Pereira Leite tão bem soube dignificar (uma observação que foi reconhecida por todas as forças políticas do órgão).

Considerando que “as freguesias são entidades autónomas” e que não podem haver figuras tutelares, Rui Moreira explicou que, nos últimos quatro anos, nunca interferiu na gestão das cinco juntas de freguesia que o movimento independente venceu, sublinhando, porém, que “esteve sempre disponível para dialogar e aconselhar”. Os resultados estão à vista. No caso da União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, neste mandato lançaram-se projectos, requalificou-se património, apoiaram-se dezenas de instituições, promoveu-se um vasto programa cultural, entre muitas outras actividades, e o saldo de gerência final ronda os 700 mil euros.

“BASTA NÃO TER JUÍZO E PROMETER TUDO QUE AS BOAS CONTAS PERDEM-SE RAPIDAMENTE”

Para Rui Moreira, há um bem maior que não pode ser posto em causa “por perigosas promessas que podem levar a cidade à falência. Os portuenses podem ter a certeza de que comigo as boas contas serão preservadas”, garantiu.

É certo, admite, “a cidade mudou radicalmente”. Em 2013, discutia-se a reabilitação urbana que se iniciava timidamente. “Ninguém falava de turismo, de pegada turística e de gentrificação”. Mas também é certo, recorda Rui Moreira, que há partes da cidade que precisam continuar a ser reabilitadas.

“PRETENDEMOS QUE O ELEVADOR SOCIAL CONTINUE A FUNCIONAR”

Ontem à tarde, Rui Moreira fez um apelo às restantes forças políticas. “Não tentem fechar a cidade”. E, às mesmas vozes que se elevam dizendo que é preciso repopular o Porto, o candidato independente lembrou que há muitos anos, quando um considerável número de portuenses saiu da cidade, foi por decisão própria, “não foram expulsos”. Saíram porque a cidade não era atractiva.

Neste momento, o que mais preocupa Rui Moreira são as pessoas que cá ficaram. Às quais quer assegurar que o seu nível de vida da se mantém e que têm a possibilidade de crescer até outro patamar social.

“QUEREMOS GANHAR TODOS OS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS”

Rui Moreira voltou a dizer que em 2017 quer alcançar nove vitórias: à Câmara, à Assembleia Municipal e às sete freguesias. E, uma vez mais, sublinhou que “os maus políticos são eleitos por bons cidadãos que não foram votar”.

Embora admita que é possível governar sem maioria, como aliás o tem provado na qualidade de presidente de Câmara, Rui Moreira fez questão de dizer a quem o ouvia que o mesmo não se passa na Assembleia Municipal. Para o órgão deliberativo e fiscalizador da actividade do Executivo só a maioria estável é um bom cenário. De acordo com o candidato independente, apenas a elevação de deputados de outras forças políticas, que colocaram o serviço à cidade à frente de qualquer directório, permitiu estabilizar a Assembleia nos últimos quatro anos.

No final da sua intervenção, Rui Moreira afirmou que não está interessado em ser o candidato mais popular das capas de jornais de Lisboa, nem tão pouco disse querer controlar a área metropolitana.

“Mas uma coisa vos garanto. Connosco cidade tem uma voz”. O Porto é por aqui.

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