20 Julho, 2017

“Não aproveitar a oportunidade de abrir uma empresa para a cultura seria um acto de despesismo”, diz Rui Moreira

Em conferência de imprensa que realizou esta tarde na sua sede de campanha, Rui Moreira afirmou que o PS não cumpriu com o acordo de governação que tinha com a cidade. Em concreto, o candidato não compreende o porquê de o Partido Socialista ter procurado obstaculizar, a criação de uma empresa municipal de cultura. Os ganhos em eficiência e o combate à precariedade são os pressupostos base para a implementação deste equipamento de gestão cultural, cuja implementação é agora permitida através de uma oportunidade que a legislação abriu, por iniciativa do próprio governo socialista.

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Começou por explicar Rui Moreira que os seus comentários sobre a empresa municipal da cultura revestiam-se de dimensão política. Evocando as boas contas do município, o candidato entende que “não aproveitar a oportunidade que a legislação abriu é despesismo”, referindo que “neste momento, a Câmara do Porto é obrigada a usar barrigas de aluguer”, ou seja, agentes ou intermediários, para fazer determinado tipo de contratação de artistas e recursos humanos especializados.

Com a empresa municipal abre-se a possibilidade da contractação ser directa, o que para Rui Moreira “representa ganhos de eficiência que foram inclusive reconhecidos pelas principais forças políticas”. Para além disso, a empresa permitirá combater a precariedade dos trabalhadores, permitindo até redução de custos e qualificação dos recursos humanos.

“Não se compreende o argumento de estarmos a três meses das eleições”

De acordo com Rui Moreira, “a necessidade de criar uma empresa municipal, como a EGAC ou o Theatro Circo sempre existiu. Contudo, a legislação tratava as empresas da cultura como todas as outras, o que tornava a equação inviável”. Avançou ainda que tal como a taxa turística, esta medida só se implementará “se o próximo presidente da Câmara quiser”, mas que até lá terá todos os instrumentos para a sua viabilização criados.

Como segundo argumento, o candidato transmitiu aos jornalistas que “as principais forças políticas até se manifestaram concordantes”, e tão pouco o PS apresentou qualquer argumento contra, razão pela qual não entende a sua decisão de inviabilizar a proposta do Movimento Independente.

Para Rui Moreira, há uma conclusão clara a retirar. “O que o PS tentou fazer nas últimas semanas foi obstaculizar, sem razão objectiva ou programática, a governação da cidade”.

Comentando o facto de Francisco Assis, histórico socialista e deputado da Assembleia Municipal, ter votado a favor da empresa municipal da cultura, ao contrário da directiva do seu próprio partido, Rui Moreira apenas comentou que, do discurso eloquente do deputado, extraiu uma certeza “o seu voto foi pelo Porto”.

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