10 Setembro, 2017

“Cândido Correia é de Campanhã. Acreditem que não nos vai deixar sossegados”

Nos últimos quatro anos, com o empenho da Câmara Municipal, a zona oriental da cidade deixou de ser território proscrito. Os agentes económicos ganharam confiança para investir no território e as grandes obras são irreversíveis. Para que este dinamismo não seja prejudicado por directórios partidários, é fundamental que os independentes alcancem a vitória também da Junta de Freguesia com Cândido Correia, defendeu esta tarde Rui Moreira, na Praça da Corujeira.

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Na companhia de Miguel Pereira Leite, número um na lista à Assembleia Municipal, e de Cândido Correia, candidato à Junta de Freguesia de Campanhã, Rui Moreira começou por agradecer às cerca de 100 pessoas que, nesta tarde de domingo, se deslocaram à Praça da Corujeira, para conhecer o programa eleitoral do Movimento Independente para a freguesia. “Lembro-me que, há quatro anos, éramos um grupo muito pequeno, quatro ou cinco pessoas, mais a nossa “pão-de-forma”. Vejam quantos aqui estamos hoje”.

No terceiro dia de deslocações ininterruptas a Campanhã (na sexta-feira, o Nosso Partido é o Porto esteve nas festas em honra de Nossa Senhora de Campanhã e ontem foi à inauguração da exposição “América em Miraflor”, no Espaço Mira), Rui Moreira referiu que é com optimismo que encara o futuro do território. Um território que “há quarenta anos estava esquecido”, mas que, com a chegada dos independentes à Câmara, ganhou novo fôlego, defende.

“O TRABALHO QUE TEMOS DE FAZER É CAMPANHÃ É DE FILIGRANA”

A diversidade territorial da freguesia de Campanhã distingue-a das restantes seis que integram o município do Porto. Urbana, mas simultaneamente rural, a freguesia impõe-se como um dos principais desafios de Rui Moreira para o próximo mandato, caso seja reeleito presidente da Câmara. Desde logo, porque nela existe a separação física da Circunvalação e da linha ferroviária.

“As obras estruturais não estão prontas, mas é preciso não esquecer que as oportunidades já chegaram”, lembrou Rui Moreira. Referia-se ao Terminal Intermodal, cujo projecto havia sido aprovado em 2003, embora, até há dois anos atrás, permanecesse na gaveta. “Exigimos ao anterior governo que cumprisse a promessa”. Cumpriu passados 14 anos. A nova infraestrutura começa a ser erguida em 2018.

Referia-se também Rui Moreira ao antigo Matadouro, uma “pérola que está disponível à cidade”. A designação não é para menos. Se pensarmos no projecto idealizado por Paulo Cunha e Silva que vai reunir no mesmo espaço o Museu da Indústria, um hub para empresas, e um núcleo de associações da freguesia que vão poder dar continuidade ao trabalho que desenvolvem com a comunidade local em melhores condições, os quatro pilares da candidatura independente são todos activados: cultura, coesão social, economia e sustentabilidade, e ainda as indispensáveis “contas à moda do Porto”. A propósito, frisou: “Zango-me quando se tentam apropriar da ideia de alguém que já cá não está”.

Há também uma terceira obra, para a maioria da população porventura “invisível”, que já devia ter sido iniciada há quatro décadas e que, só neste mandato, a autarquia portuense teve a coragem política para a cumprir. Trata-se da despoluição do Rio Tinto, que está a ser feita em cooperação com a Câmara de Gondomar. “Este trabalho é fundamental para o desenvolvimento do Parque Oriental”, considera o candidato independente.

“QUEM DIZ TER MUITO BOA RELAÇÃO COM O GOVERNO, DEPOIS REVELA-SE INCAPAZ DE FAZER EXIGÊNCIAS”

Sempre exigente pelo Porto, como fez questão de mencionar, Rui Moreira vê também em Cândido Correia a perseverança e a força de vontade necessárias para ser o representante de todos os campanhenses, pelo seu forte sentimento de pertença à freguesia.

Lamentou, por isso, as promessas de descentralização que surgem, invariavelmente, em período eleitoral, ou uns meses antes. E lamentou também quem use uma decisão da administração da STCP para fazer campanha na freguesia. “Uma decisão feita à pressa e beneficiando apenas uma pequena parte dos moradores de Campanhã”, quando se sabe que a municipalização efectiva da STCP está apenas a algumas semanas de acontecer, com a administração a ser presidida pela Câmara do Porto. “Uma garantia vos deixo. Não deixaremos de vos ouvir e consultar”, acrescentou.

No final da sua intervenção em Campanhã, que teve como objectivo apresentar o programa eleitoral para a freguesia, Rui Moreira explicou porque têm as contas à moda do Porto um duplo significado. “Não estão somente relacionadas com ter boas contas, significam também que temos a capacidade de dizer a quem nos deve, que nos tem de pagar”.

A 1 de Outubro, o Porto também é por aqui. Com Cândido Correia e Rui Moreira.

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