28 Setembro, 2017

32 casas de habitação social recuperadas no Centro Histórico foram entregues a antigos moradores. É obra feita.

Rui Moreira está a trazer para o Centro Histórico antigos residentes que, por força da degradação do património, tiveram de sair das casas onde sempre viveram para outros locais da cidade, ou até para fora do Município do Porto. Neste mandato, a Câmara do Porto recuperou 39 casas, que se encontravam prontas a habitar há dois anos, mas ainda não tinham sido entregues. Desde Maio, altura em que Rui Moreira assumiu o pelouro da Habitação, já 32 famílias regressaram ao Centro Histórico. As casas são de habitação social e as rendas ajustadas de acordo com os rendimentos dos agregados.

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Esta manhã, Rui Moreira visitou três moradas na zona da Ribeira. Em comum, as três famílias partilhavam o desejo de regressar ao local onde sempre viveram, mas que, por força de diversas circunstâncias, entre as quais o avançado estado de degradação dos imóveis, nunca tinham tido oportunidade de regressar.

Através da política de habitação social de Rui Moreira, promoveu-se a recuperação de imóveis antigos do Centro Histórico, imóveis esses que ou já eram propriedade da Câmara, ou em que o Município exerceu o direito de opção, quando considerou que o valor transaccionado pelo imóvel era o justo.

Aqui, a lógica é a exactamente a mesma dos restantes parques habitacionais geridos pela Domus Social. Os inquilinos pagam as rendas mediante a sua declaração de rendimentos, que obrigatoriamente é actualizada anualmente. Isso não implica, como explicou hoje uma moradora que regressou em Julho ao Centro Histórico após oito anos a viver no Monte da Bela, que sempre que haja um ajuste no rendimento, a renda seja reajustada.

“Por exemplo, agora estou desempregada e vou pagar uma renda mensal de 28 euros. Mas se voltar a trabalhar informo a Domus Social e o reajuste para cima também é feito. E já houve situações em que deixei de trabalhar, informei, e a renda foi-me reduzida do mês seguinte”, informou Andreia Sousa à comunicação social, acrescentando que “não há aquele medo de não conseguir suportar a renda. É por isso que acho o social extremamente importante. As pessoas podem sempre manter a casa consoante o rendimento”.

Considerando este um modelo justo, a moradora explicou ainda que no contrato que assinou com a empresa municipal de habitação está referido o tecto máximo de renda que pode atingir: pouco mais de 200 euros por mês.

RUI MOREIRA QUER INTENSIFICAR ESTE MODELO E JÁ TEM MAIS CERCA DE 150 HABITAÇÕES EM PROJECTO

Caso seja reeleito, o candidato independente quer intensificar este modelo de habitação social no Centro Histórico e já tem sinalizadas mais de uma centena de casas em projecto.

Neste momento, das 39 casas que foram reabilitadas 32 já foram entregues. As restantes sete estão a ultimar reparações, em alguns casos mais pequenas e outras de maior monta, devido à degradação que já apresentavam por estarem encerradas, estando agora a ser reparadas para serem, também, entregues.

Em Maio, na sequência do fim do acordo de governação com o Partido Socialista, Rui Moreira assumiu essa competência e Fernando Paulo a presidência do Conselho de Administração da Domus Social. Logo após, foram estabelecidos os critérios para a sua atribuição e imediatamente entregues.

  

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